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Profeta Pablo Jimenez - Sao Paulo, Brasil
Pablo Jimenez Ministerio

    Uma mãe na perfeita visão divina de Jesus Cristo

“Depois disse Jesus ao discípulo: ‘Eis a tua mãe...’” João 19:27

 Jesus terminava Seu ciclo, aqui nesta terra, como homem que havia de vir para nos trazer salvação e uma visão plena de tudo aquilo que realmente era o mundo do sobrenatural eterno do Deus sempre triunfante e soberano. Por vontade do Pai Ele viria num ventre de uma mulher chamada Maria que, biologicamente, daria seu ventre ao Soberano para ali gerar o Seu Filho unigênito e santo.

Maria era olhada por todos como a legítima mãe inquestionável de Jesus, porém questionada em sua função pelo então Jesus - chamado de seu filho por ela mesma e por aqueles que a conheciam.

 

O evangelho de Lucas (2:49) mostra Jesus ainda menino, com 12 anos de idade, exortando diretamente sua mãe por esta ter lhe chamado a atenção quando este saiu da romaria que voltava às suas origens após a celebração da páscoa em Jerusalém; Maria não aceitava o fato de Jesus ter se distanciado de seus pais biológicos sem os ter avisado e, evidentemente, por jamais acreditar que se pedisse sua liberação, sua justificativa de que precisava ensinar aos mestres da palavra com seus apenas 12 anos - a real palavra -, seria absurdamente criticado por seus pais, quem sabe o rotulando de intransigente e presunçoso.

 

Jesus, sem medir a consequência de Sua postura diante da sua mãe, a responde categoricamente: ‘Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai eterno?’. A Bíblia afirma que nem Maria e nem José entenderam nada do que Jesus falava e, logicamente, não O permitiriam se este os tivesse pedido licença para fazer o que o Pai celestial O havia comissionado (Lucas 2:50). Então Jesus Cristo estava certo mesmo: ‘Preciso tomar posição e fazer exatamente o que meu Pai, o soberano Deus do universo me mandou fazer’.

 

A partir desta afirmação de Lucas entendemos, então, que Jesus viveu com seus pais biológicos um constante confronto entre as ideias 100% carnais e humanas deles, visando aquilo que os olhos e a visão natural oferece, contra a visão sobrenatural e divina que somente os espirituais a detém; imagino quantos assuntos de criança que queriam falar com Jesus e este quantos assuntos de coisas divinas e eternas que eles não O conseguiam acompanhar devido a grande cegueira espiritual de ambos, Maria e José.

 

Podemos entender o por que de já em Seu primeiro milagre, relatado no evangelho de João (2:1-11), Jesus exorta sua mãe mais uma vez de forma ainda mais grosseira ao interpela-la sobre seu pedido a ele de ter que se preocupar com o findar do vinho naquela festa de casamento; Jesus respondeu a ela em seu pedido: ‘O que tenho eu contigo mulher?’ Era uma afirmação lógica a ela de que ‘eu não vim para lhe obedecer em sua visão natural mundana e nem fazer as suas vontades quando estas não vêm Daquele ao qual sigo Suas ordens e direção!’ Maria estava sendo ridicularizada diante de todos que ali estavam presenciando aquele diálogo entre um aparente filho e uma convencida mãe; Jesus não quis a chamar de mãe mais uma vez e, com certeza, tinha seus motivos inquestionáveis.

Que desprezo maior deve sentir uma mãe quando seus filhos não conseguem chama-la de ‘mãe’ e, principalmente, diante de terceiros? Qual mãe não ama ser chamada de ‘mãe’ em bom tom e alta voz de afirmação daquilo que realmente ela é e deseja terminar sua carreira neste mundo sendo?

 

Jesus queria ensinar à Maria como ser mãe aos olhos do eterno Deus, e que seu exemplo fosse copiado por toda a existência humana nos corações de todas aquelas que gostariam que seus ministérios de mãe não fossem apenas uma chamada aqui para este mundo passageiro para todos nós, mas sim que toda aquela que amasse ser mãe e reconhecesse o seu papel tão lindo e triunfal para a multiplicação da criação humana no mundo pela vontade do Deus soberano, soubessem que ser mãe é uma dádiva  das mais brilhantes que apenas a mulher mãe pode cumprir durante toda a existência da raça humana.

 

No evangelho de Marcos, Jesus novamente deixa uma impressão horrível a todos que olhavam seus irmãos carnais e sua mãe biológica como sua verdadeira família (Marcos 3:31-35), quando este avisado que sua mãe e seus irmãos O procuravam para estarem com “Ele”, sua afirmação é extremamente forte e humilhante para sua parentela que ali, diante de tantas centenas de pessoas, estavam mais uma vez sendo exposta à ridicularização, quando este diz: ‘Minha família não é esta aí que se diz família e nem minha mãe esta aí que se apresenta como mãe, mas minha mãe e família são todos aqueles que realizam a vontade exclusiva de meu Pai e Deus soberano’. Dura declaração foi esta para os ouvidos da mãe Maria, hein?!

 

Ser mãe, aos olhos de Cristo, é mais do que gerar filhos para este mundo; ser mãe, aos olhos de Jesus Cristo, é ser uma obediente incondicional dos mandamentos da palavra divina (Bíblia Sagrada); uma mãe ganhadora e reprodutora de almas para o Reino eterno divino. ”Todavia, salvar-se-á, dando á luz a filhos, se permanecer com sobriedade na fé, no amor e na santidade.” 1 Timóteo 2:15

Amém, Jesus, por Sua palavra que não deixa sombra de dúvidas para todas as mães que querem dizer ‘amém’ por terem recebido este lindo ministério que jamais poderia acabar aqui neste mundo, pois uma mãe, aos olhos de Jesus, jamais deixará de ser mãe!

A mãe Maria teve, sim, sua oportunidade de ser chamada de mãe como ela merecia ser chamada, porém...!

Pablo Jimenez Ministerio

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Dona Márcia e irmão Manoel orando e alimentando semanalmente os moradores de rua de São Paulo. 

Maria com certeza, em todos aqueles anos de Jesus, já devia ter O questionado por várias vezes em suas inúmeras ações divinas que a Bíblia não nos relata e que, com certeza, houve entre seus 12 anos de idade até os seus 30 anos de idade, quando este se batiza no Jordão por João Batista e dali em diante segue o Seu caminho nem um pouco ortodoxo aos olhos de ninguém de Sua própria casa.

A Bíblia relata que nem seus irmãos criam Nele (João 7:5) e o evangelista Marcos, no capítulo 3 versículo 21, relata que todos de sua casa O achavam, por certa ocasião, um louco, um fora de si fanático, realizando uma obra completamente estranha, e sua mãe estava inclusa entre os que O achavam maluco!

 

Portanto, ser mãe aos olhos da santíssima Trindade, é ser uma mãe seguidora e praticante das obras divinas do filho mais ilustre de todos que por este mundo passou, e que toda mãe graciosa tem, segundo a verdadeira palavra de Deus, o direito também de ser sua mãe, ”mãe do Senhor Jesus Cristo”.

 

Baseado nesta visão divina, definimos, então, como mãe que inicia sua jornada aqui neste mundo, que jamais pode se apagar a sua existência, pois irá aos braços do amado filho Jesus morar eternamente nos céus de glórias, onde seu papel de mãe será definitivamente coroado pelo Filho que sabe realmente como recompensar todo o esforço e brilho de suas inúmeras mães que souberam iluminar este mundo com seu doce jeito de ser,  cada uma, uma mãe única, uma vez que cada mãe deste mundo tem seu valor pessoal e seus valores inigualáveis aos olhos do Criador.

 

Qual o valor real de ser chamada de mãe nesta geração? O que vale para as mães neste século? Um almoço num restaurante a seu gosto, um presente almejado tão alucinadamente, um cartão escrito por letras que se apagam com o tempo, ou abraços e beijos seguidos de elogios que, em sua maioria, jamais passou de um dogma rotineiro dos dias das mães em todo o universo de seres humanos, treinados à risca para serem pronunciados neste dia chamado ‘o dia das mães’?

 

Mãe, mãe, mãe. Tão perfeita esta chamada para uma mulher que jamais podemos imaginar que ela só mereça um dia de celebração!

Jesus deixava claro no texto acima citado de João 19:26, já pregado na cruz do calvário, que ser mãe para Ele, era muito mais que o ter  carregado em seu ventre biológico; ser mãe, era levá-Lo eternamente em seu coração  cheio do Espírito Santo, O vendo sempre como o Filho único e legítimo do Deus vivo e eterno.

 

Maria teve, mais uma vez ali diante da cruz, a oportunidade de ser chamada de mãe se não chorasse sua morte, crendo ela que era necessário aquele martírio para então seu filho Jesus, pois a cruz era a vida para não só todo o mundo (1 Timóteo 2:4), mas também para ela mesma, porém Maria, com certeza, ainda não cria que Ele era o Filho do Deus vivo, e que Sua morte ali, daquela cruel forma, era oriunda de Seu fanatismo religioso e de Suas convicções divinas que, aos ouvidos de todos, parecia nunca ter feito sentido (era mesmo para todos, sem a presença do Espírito Santo, uma parábola enigmática intrigante para a maioria dos sábios e indoutos).

 

Maria, Maria, Maria...como foi difícil aprender ser mãe aos olhos do filho que você nunca entendeu, Maria!

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Orfanato na Índia com 51 órfãos, semi-órfão crianças, adultos, viúvas e pastores.

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Creio que na ressurreição de Jesus, lá estava Maria vendo-O e chorando aos Seus pés, pedindo perdão e dizendo: ‘Filho, me perdoa, pois agora sei que sua mãe não sou apenas eu, mas todas aquelas que neste mundo hão de crer em você como você sempre foi, é e sempre será!’

 

Ser mãe é mesmo nunca O tendo visto como Ele é e nem tão pouco ter O gerado no ventre biológico, gerá-Lo no ventre espiritual da fé divina, no qual Jesus sempre amou ser chamado de Filho e jamais deixará de tê-la como sua mãe eterna!

 

Obrigado, meu Senhor eterno Deus e Pai, por nos dar neste mundo mães que jamais, quem sabe, as conheceremos nesta primeira fase da vida, mas sim um dia as veremos abraçadas aos seus pés como aquelas que brilharam nesta terra com seus jeitos de mães divinas do glorioso Jesus de graça eterna!

 

Mamães queridas e inigualáveis, por que não se tornam 2 vezes mães? Mães de seus filhos (as) biológicos, mas também mamãe espiritual do Senhor Jesus Cristo, gerando para “Ele” mais irmãos para juntos conviverem eternamente nos céus de Sua glória?

"...aqui estão minhas mães...” Marcos 3:34

 

 

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Nosso trabalho na África ajudando crianças carentes e comemorando anualmente o

Natal Das Crianças.

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Ora, sem fé é impossível agradar-Lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe, e que é galardoador dos que O buscam.” ( Hebreus 11:6 )   

                            

“ORE COM PALAVRAS POREM CREIA COM SUAS ATITUDE

FAÇA DISTO UM ESTILO DE VIDA!"

Pastor Pablo Jimenez

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